{"id":20,"date":"2013-02-28T16:00:08","date_gmt":"2013-02-28T19:00:08","guid":{"rendered":"http:\/\/ogumguerreiro.org\/wp\/?p=20"},"modified":"2015-02-06T17:55:09","modified_gmt":"2015-02-06T20:55:09","slug":"historias-do-astral","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/?p=20","title":{"rendered":"Hist\u00f3rias do Astral"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Hist&oacute;rias do Astral<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O chamado &ldquo;desdobramento astral&rdquo;, ao contrario do que muitos imaginam, n&atilde;o &eacute; algo comum.&nbsp;<br \/>\n\tEm raras ocasi&otilde;es pode ocorrer quase sempre com o auxilio de uma entidade astral. Mas h&aacute; tamb&eacute;m o processo medi&uacute;nico de indu&ccedil;&atilde;o de quadros, onde &eacute; mostrado ao m&eacute;dium imagens e mensagens importantes, tanto a n&iacute;vel astral quanto determinados s&iacute;mbolos que s&atilde;o resgatados de seu interior, de seu inconsciente, por um mentor espiritual, seja ele um caboclo, pai-velho, crian&ccedil;a ou exu.<br \/>\n\tA este processo denominamos transe astral. &nbsp;<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pode processar-se &agrave; noite (o mais comum), ou em m&eacute;diuns mais tarimbados, atrav&eacute;s da profunda concentra&ccedil;&atilde;o, mesmo consciente. Nosso irm&atilde;o Paulo, atrav&eacute;s de determinados transes, nos relata a historia que ser&aacute; contada em nossa revista. &ldquo;Fen&ocirc;meno interessante ocorreu-me na noite passada. Como em todas as noites anteriores, nestas ultimas semanas, n&atilde;o tenho dormido bem. Durante a noite acordo e me pego tentando dar respostas terrenas aos sonhos que tenho, porem nesta citada noite algo de diferente aconteceu. De repente senti-me quase consciente e meu corpo n&atilde;o f&iacute;sico, ou astral foi tomado por uma for&ccedil;a estranha; essa for&ccedil;a impossibilitava-me o movimento. Meu corpo ficou como que colado &agrave; cama. Tentava atrav&eacute;s de um impulso mover o bra&ccedil;o, em v&atilde;o. Por um momento achei que iria sucumbir a este fen&ocirc;meno&rdquo;.<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como num estalo, apelei &agrave;s for&ccedil;as espirituais que convivo em giras umband&iacute;sticas. Mentalizei uma ora&ccedil;&atilde;o mais ou menos nestes termos: &ldquo;Valei-me Zamby, valei-me seu P. V., n&atilde;o permita que meu corpo f&iacute;sico seja sangrado e nem meu corpo astral danificado&rdquo;.&nbsp; Ap&oacute;s a ora&ccedil;&atilde;o, gradualmente meu corpo foi ficando livre e novamente tinha controle de meus movimentos. Em seguida continuei deitado, meio amedrontado e aguardando o sono retornar. De repente em minha mente, come&ccedil;aram a surgir imagens, estranhas imagens para quem com elas n&atilde;o est&aacute; habituado, compondo seq&uuml;encialmente uma hist&oacute;ria que era o seguinte: &ldquo;O homem que surgia na penumbra, por entre o arvoredo que espantava a passarada, trazia em sua m&atilde;o esquerda o lume faiscante que tinha o poder de vida e de morte. Caminhava a passos lentos, provocando o sopro do vento que uivava por entre as paredes que n&atilde;o existiam aos olhos nus. Seus olhos, um negro como o &ocirc;nix, em sua opacidade nada transmitiam alem do medo; o outro vermelho como o fogo que queima nos grandes inc&ecirc;ndios, em seu movimento nada transmitia alem da necessidade de correr para distante dele. Quando chegava trazia sempre &agrave; sua volta seres estranhos, figuras s&oacute; vistas em filmes fantasmag&oacute;ricos. Um pequeno, com olhos grandes, cabe&ccedil;a pontuda e de um p&eacute; s&oacute;; outro com um pequeno olho da cor da ametista, tendo em cada uma de suas m&atilde;os apenas tr&ecirc;s dedos, quase n&atilde;o tinha pesco&ccedil;o e sua cabe&ccedil;a, tamb&eacute;m pontuda, s&oacute; que menos acentuada que a do primeiro. Havia tamb&eacute;m outros dois que pareciam g&ecirc;meos em suas apar&ecirc;ncias, n&atilde;o se separavam, porem transmitiam a sensa&ccedil;&atilde;o de estarem sempre em desacordo&rdquo;.<\/p>\n<p class=\"page-break-p\" style=\"page-break-after: always\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Eram in&uacute;meras criaturas que estavam com esse homem, mas essas quatro eram as que mais se destacavam. Aparentemente eram as preferidas deste inusitado senhor. Ele (o homem), chegava e o tempo parava, as folhas, as arvores, os insetos, tudo o que tinha vida recusava-se a se mover. Suas palavras, ressoavam como um trov&atilde;o que tudo assustava. Dizia: &ldquo;s&oacute; venho quando chamado e quando aqui estou n&atilde;o perco a viagem, devendo cumprir o que foi solicitado e para tanto devo receber para isso, pois nem burro trabalha de gra&ccedil;a.&rdquo;<br \/>\n\t&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Interessante foi notar que as palavras emitidas, n&atilde;o saiam pela boca, que permanecia fechada e sem movimento. O som provinha de tudo e do nada, n&atilde;o tinha origem mas estava l&aacute;. Aproximou-se do animal colocado &agrave; sua frente e com um movimento &ldquo;m&aacute;gico&rdquo; o virou a um s&oacute; golpe. Os demais&#8230;.., foram misturados &agrave; ess&ecirc;ncia do animal. Inclinou-se diante de toda aquela miscel&acirc;nea de &ldquo;coisas&rdquo;&nbsp; e inspirou profunda e solenemente. Nesse momento, como se uma n&eacute;voa mista de cores o envolvesse, tendo a fant&aacute;stica predomin&acirc;ncia das cores preta e vermelha que eram sugados por seus olhos com suas respectivas cores. As demais cores entravam por seus poros em todo o seu corpo.<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois de processado esse ritual, ele permite que as outras estranhas criaturas pudessem se refestelar com o que sobrou. As quatro que se destacaram foram as primeiras. A algazarra foi total. Como verdadeiros b&aacute;rbaros, atacaram o animal e o abriram, atacando principalmente suas v&iacute;sceras. Espet&aacute;culo indescrit&iacute;vel, duro ate de ser presenciado. Ao termino da &ldquo;festa&rdquo;, o homem que agora permite que se veja todo o rosto. Um rosto marcado por enormes cicatrizes, l&aacute;bios finos e um sorriso sarc&aacute;stico, orelhas pontiagudas e os olhos meio puxados, caminha em circulo como se estivesse a refletir. Nesse momento todas as criaturas que o acompanhavam, se afastam deixando-o s&oacute;. Ele caminha, olha para o alto, ajoelha-se e d&aacute; um &oacute;sculo na terra. deita-se e um fato intrigante come&ccedil;a a ocorrer: Seu corpo at&eacute; ent&atilde;o coberto por uma enorme capa vermelho-acinzentado, come&ccedil;a misturar-se com a terra. Ele entra na terra e a terra entra nele. essa intera&ccedil;&atilde;o permanece por um tempo dif&iacute;cil de ser contado em marcadores terrenos.<br \/>\n\tPassado esse tempo, o homem levanta-se vagarosamente, mostrando seu rosto aparentemente exausto. Parecia que tudo estava terminado quando ele come&ccedil;a a caminhar em dire&ccedil;&atilde;o ao arvoredo que dera sua&nbsp; origem. Repentinamente, ele volta-se e p&aacute;ra ao clar&atilde;o da lua que se fazia presente com todo o seu vigor. E come&ccedil;a a metamorfosear-se em varias imagens.<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma ap&oacute;s outra, come&ccedil;aram a surgir formas humanas dos mais remotos tempos e muitas delas sendo completamente desconhecidas: A primeira lembrava um monge tibetano, com sua cabe&ccedil;a raspada e vestes pr&oacute;prias, ou seja, um grande manto que lhe cobria o corpo; a segunda surge com um olhar bravio e com todas as caracter&iacute;sticas do homem primitivo. Corpo peludo e muito forte fisicamente, urrava alto fazendo mover as folhas das arvores. Um terceiro surgiu como um membro da guarda romana, seu elmo, capa vermelha e a armadura que lhe cobria o peito denotavam um alto posto dentro dessa guarda. Um detalhe curioso, seus olhos vertiam lagrimas copiosamente.<br \/>\n\tA quarta figura que surgiu foi novamente a do homem primitivo, exatamente com as mesmas caracter&iacute;sticas anteriores. A quinta imagem surgiu onipotente em sua postura, porem pobre em indument&aacute;rias. Era um negro alto, forte. Trajava apenas uma &ldquo;sand&aacute;lia&rdquo; tran&ccedil;ada ao longo da perna e usava tamb&eacute;m uma esp&eacute;cie de saia feita aparentemente de pele de on&ccedil;a. Em seu peito luzia um colar produzido de pedras que se encontravam com uma placa circular de a&ccedil;o, sendo que nesta placa alguns hier&oacute;glifos se destacavam &aacute; medida em que ele se movia. Portava em sua m&atilde;o um enorme cajado todo trabalhado e em seu &aacute;pice trazia um circulo que continha um quadrado que continha um triangulo que continha um ponto. Via-se ainda que em sua cabe&ccedil;a, tinha uma esp&eacute;cie de faixa feita tamb&eacute;m de pele de on&ccedil;a que a envolvia completamente.<br \/>\n\tA sexta imagem a surgir foi novamente o homem primitivo. a s&eacute;tima, no entanto era a mescla de um rei e a de um papa. ambas apareciam simultaneamente e n&atilde;o se firmavam. A imagem do rei era acompanhada de toda uma indument&aacute;ria riqu&iacute;ssima. O destaque porem ficava por conta de seu olhar, vago, n&atilde;o transmitia nenhuma esp&eacute;cie de sentimento, nada que pudesse despertar o m&iacute;nimo de &oacute;dio ou de amor. O papa surgia austero com toda a ornamenta&ccedil;&atilde;o que lhe era caracter&iacute;stica nos tempos medievais. Sua postura era a de quem manda e n&atilde;o pede, de quem julga, de quem decide. Olhar frio e com um brilho mal&eacute;fico acompanhado de um riso deixando perceber um dente de ouro. A oitava e ultima apari&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi a do homo-sapiens como podia se imaginar. surgiu como um nada, se &eacute; que &eacute; poss&iacute;vel entender o nada como algo. somente uma voz povoava o ambiente. Ambiente que ainda era povoado pelas estranhas criaturas. As palavras emitidas ressoavam nas arvores, pedras, lagos ar e principalmente na terra e dizia: &ldquo;Na origem, no principio de tudo, tive a benesse de partilhar da vida. Plasmei o que n&atilde;o existia. No mundo das formas eu vim para aprender e ensinar. Caminhei noites e dias nestas jornadas terrenas que vistes, porem, devido ao orgulho, a banalidade, a futilidade, o desejo pelo poder terreno, a deturpa&ccedil;&atilde;o de um saber que estava implantado, a entrega total aos desejos carnais e a todos os tipos de situa&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o favoreciam o esclarecimento do esp&iacute;rito. Voltei a terra para ser novamente plasmado. Fiz uso do barco para atravessar o lago da morte. Uma vez l&aacute; instalado iria trabalhar para ascender novamente &agrave; escalada evolucion&aacute;ria. &Eacute; certo porem, que na Terra deixei muitos v&iacute;nculos, pesados v&iacute;nculos que me invocam a todo instante. Aqueles mesmo que em um passado remoto os ensinei a manipular determinadas substancias em detrimento de outrem. Oh cegos, guia de cegos. Nem isso aprenderam corretamente. Estou preso a um carma que preciso resgatar e o farei. Trabalharei pacientemente at&eacute; que minhas estruturas ps&iacute;quicas estejam completamente restabelecidas e ent&atilde;o poderei adquirir o direito de desfazer os equ&iacute;vocos cometidos. At&eacute; ent&atilde;o, continuarei aceitando o que me ofertam por n&atilde;o ter a disponibilidade de manipular a verdadeira substancia ben&eacute;fica&rdquo;.<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ing&ecirc;nuos s&atilde;o os ofertantes, pois quem diretamente se beneficia s&atilde;o as criaturas que me acompanham. Obedecem-me porem a elas estou ligado simbioticamente. Onde quer que eu esteja, l&aacute; estar&atilde;o cobrando o que lhes prometi em passado n&atilde;o muito distante.&nbsp; Quero apenas mencionar que esses tolos, que ofertam em qualquer lugar como aqui foi feito, s&oacute; conseguir&atilde;o atrair essa gama de seres que de positivo n&atilde;o trar&atilde;o nada. E ai deles (os ofertantes), pois ter&atilde;o que trazer freq&uuml;ente e rotineiramente essas ofertas &agrave;s criaturas. Pelo caminho que vim, eu volto, fechando todas as porteiras. deixo apenas uma aberta, que &eacute; para aqueles que desavisadamente entrarem, possam, se o quiserem, sair. Pelo lago da morte, a caminho das almas que vieram do campo do p&oacute;, onde povoa a magoa e o ranger de dentes eu vou, na certeza de que terei de voltar, pois muitos ainda na minha estrada caminham. &ldquo;se assim continuarem ver&atilde;o que o lume que trago em minha m&atilde;o, &eacute; apenas uma &iacute;nfima demonstra&ccedil;&atilde;o daquilo que eles chamam de inferno e que fica em minha morada depois do lago da morte.&rdquo;<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois de pronunciadas essas palavras, por instantes o ambiente ficou carregado de um silencio ensurdecedor. Um vendaval se processou, aglutinando todas as criaturas em um lote s&oacute; e levando-as ao campo do p&oacute;. desfez-se a imagem do arvoredo, das pedras e do lago, surgindo ent&atilde;o a imagem de uma encruzilhada de rua e no meio dela uma oferenda contendo um bode, com patas e p&eacute;s decepados, um recipiente contendo pipoca, in&uacute;meras garrafas de pinga, velas pretas e vermelhas em numero de quinze, tudo estava inerte aparentemente n&atilde;o tinham sido manipuladas. &ldquo;No entanto, observando de perto se notava que estavam completamente ressecadas, tanto o bode como as pipocas assim como a pinga que estavam nas garrafas n&atilde;o tinha cheiro.&rdquo;<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tudo conclu&iacute;do, verifiquei se meu conga estava firmado e coloquei-me a dormir.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<em><span style=\"font-size: 11px\">Revista UMBANDA &ndash; Uma Religi&atilde;o brasileira.<br \/>\n\tN&ordm; 8 Setembro 85 p&aacute;g 16, 17, 18<br \/>\n\tTRA&Ccedil;O EDITORA LTDA<\/span><\/em><\/p>\n<div class=\"fcbkbttn_buttons_block\" id=\"fcbkbttn_left\"><div class=\"fcbkbttn_like \"><fb:like href=\"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/?p=20\" action=\"like\" colorscheme=\"light\" layout=\"button_count\"  size=\"small\"><\/fb:like><\/div><div class=\"fb-share-button  \" data-href=\"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/?p=20\" data-type=\"button_count\" data-size=\"small\"><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist&oacute;rias do Astral &nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O chamado &ldquo;desdobramento astral&rdquo;, ao contrario do que muitos imaginam, n&atilde;o &eacute; algo comum.&nbsp; Em raras ocasi&otilde;es pode ocorrer quase [&#8230;]<\/p>\n<div class=\"fcbkbttn_buttons_block\" id=\"fcbkbttn_left\"><div class=\"fcbkbttn_like \"><fb:like href=\"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/?p=20\" action=\"like\" colorscheme=\"light\" layout=\"button_count\"  size=\"small\"><\/fb:like><\/div><div class=\"fb-share-button  \" data-href=\"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/?p=20\" data-type=\"button_count\" data-size=\"small\"><\/div><\/div>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[4,3],"class_list":["post-20","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-textos","tag-astral","tag-historias"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/20","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=20"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/20\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21,"href":"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/20\/revisions\/21"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=20"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=20"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.ogumguerreiro.org\/wp\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=20"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}